segunda-feira, 30 de julho de 2012

Chama Alegre da Vida

Proponho uma reflexão sobre os bons tempos. Como é bom recordar as situações e as pessoas que possibilitaram o nosso coração “SORRIR”. Interessante é a afinidade, mesmo distantes, nos comunicamos de forma positiva (o sentimento é a mais significativa das energias). É agradável a saudade que sentimos das pessoas que fazem parte do nosso patrimônio histórico, é bom lembrar para senti-los novamente. Lembramos com carinho as pessoas que colaboraram na realização dos nossos sonhos, mesmo, nem sempre, sendo o delas também. O que seria de nós sem as pessoas que amamos, abraçamos, beijamos, nos apaixonamos, nos consumimos em prazer... mesmo em pensamentos? Neste caminho de incertezas, pode existir uma mão para nos acompanharmos. No momento preciso irá acontecer, mesmo sem sabermos de quem será, nunca sabemos o final. No nosso livro da vida, composta por capítulos que podemos chamar de fases, as páginas são escritas para registrarmos e reconhecermos: os pequenos gestos, as diferentes alegrias, as realizações (independente do tamanho), as transformações e os incontáveis sinais de carinho, quase sempre esquecidos. Quantas “atenções e oportunidades” se escondem, ou não são percebidas, nas significativas gentilezas do dia a dia? Brilhamos...cada um... na vida de outros. Sem valorizarmos. Temos que repensar, com atenção, o já vivido. O futuro tem como referência as páginas escritas. Podemos construir um novo capítulo, com outra forma de escrever, na busca de um novo caminho, despertando os sentidos para melhor aproveitar a beleza das coisas e das pessoas e, a própria formosura, para reacender e manter a “chama alegre da vida”.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Viver bem

Conquistar o sucesso, qualidade de vida, saúde, bem estar, liberdade...depende dos meios que foram escolhidos....além da qualidade de dedicação. Tão importante como acrescentar números quânticos na vida...é viver com prazer. Somos reféns das contas para pagar, da necessidade de consumo para justificar o valor do dinheiro, consequentemente do sucesso financeiro e profissional. Herdamos um entendimento cultural, com a obrigação de “vencermos” a qualquer preço. Estamos ocupados, o maior tempo do dia, fazendo coisas impostas pela necessidade “inventada”, cujo resultado nem sempre traduz a relação esperada do “fazer” com o “prazer”. Enquanto gastamos esse tempo, estamos impedidos de fazer alguma coisa que nos trouxesse mais alegria e pudéssemos compartilhar esse sentimento com a família, os amigos, ou até para nos dispormos para não fazer nada, que também é bom. A “pressa” que temos para alcançar as horas, podia transformar-se, também, na “pressa” em vivermos bem. Não temos o luxo da eternidade. É fundamental na busca pela felicidade (conjunto geral de resultados) ter certeza de que a vida não está passando inutilmente. É preciso tempo para desenvolvermos a sabedoria, ela é um encontro com a sensibilidade, em perceber e valorizar a beleza que existe nas coisas e em algumas pessoas (para deletar as outras). O saber conseguimos na internet. Cada dia tem que revelar algum encanto, alguma descoberta. O dia bem vivido simboliza uma vida. Cada dia é uma folha em branco, onde as nossas atitudes escrevem o próprio diário. O milagre da transformação, não é apenas da água em vinho. É sentir os prazeres do corpo, mesmo caminhando para a sua extinção, clamando por mais vida. No dia a dia, mesmo vendo, não conseguimos ver tudo, nem o essencial. As luzes naturais da existência possibilitam termos uma nova visão, sentindo um mundo novo, que sempre esteve perto, transformando a nossa maneira de pensar e agir. Para alguns, a palavra crise significa perigo; para outros oportunidades. Teimosamente, despertamos quando chega a crise. Vale a pena esperar acontecer para mudarmos a forma de viver? Os humanos só conseguem atribuir o verdadeiro valor das pessoas e das coisas quando não as tem mais. Viver bem depende: - de uma dieta adequada, - do estilo de vida, - da atividade física. O que fazer, quando fazer, como fazer... depende, apenas, do interesse (habilidade ou necessidade) de cada um. A vida é um processo constante de novos nascimentos. O que não podemos é morrer sem nunca termos, efetivamente, nascido ou experimentado UMA melhor forma de vida.

domingo, 22 de julho de 2012

Sou o que revelo na minha "alma".

A vida me satisfaz. Contemplo a natureza, principalmente a humana. Considero que a ação de Deus, está nos meios que existem e nos valores essenciais, de cada existência, para serem descobertas e utilizados pela própria pessoa. O grande “milagre” é descobrir e se beneficiar das condições que possuímos, para a superação das dificuldades e para a realização plena das nossas necessidades. De nada adianta o conhecimento se não o aplicarmos, na construção da pessoa que podemos ser. Disse Jung: “conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas, ao tocar a alma humana, seja sempre outra alma humana“. Este entendimento e aplicação é o fundamento para elaborarmos um estilo de vida, pessoal, no processo de vivermos melhor. Uma alma só pode sentir-se alegre colaborando com outra alma. As pessoas alegres vivem mais e melhor. O conhecimento e a esperança são os melhores alimentos da alma. Formam uma alma jovem e diminuem a amargura que “não deveria existir” na velhice, entendendo que este é o melhor tempo para valorizarmos o que “passa de bom” na alma, não mais valorizando para o que fomos adestrados: valorizar apenas a aparência, pois, poucas são as pessoas que tem brilho próprio. Temos na memória do coração e na expressão positiva da alma, grandes aliados: o horror do visível pela alma tem muito menos poder do que o imaginado pelas nossas crenças. As coisas são grandes ou pequenas, bonitas ou feias, conforme a interpretação da alma. O desenho, projetado para o tipo de vida que desejamos, é a nossa obra de arte. O que vemos e podemos sentir em toda expressão artística é o que existe no sentimento do artista. A vida me satisfaz porque eu fico bem, decidindo a cada instante o que desejo fazer. As vezes, necessito um tempo de solidão, para refletir sobre o que é fundamental para viver com prazer o tempo que me resta. Do nascimento à morte estamos envolvidos com problemas e, na busca de soluções, errando, corrigindo e acertando, vamos aprendendo. Morrer ou transformar-se, é apenas uma questão de tempo, sem data marcada. Passei o maior tempo da minha existência distraído com as coisas materiais, foi bom entender que a vida é ilusão e que necessita de invenções adequadas, em cada fase. Agora estou mais próximo do encontro com as verdades, desconstruíndo mistérios. Nada foi e será absoluto, as convicções ideológicas são visionárias ou ficção. Estou livre para questionar, até a fé, sem medo do castigo ou aonde colocarei a minha esperança. Gosto de ser assim, livre para escolher o que posso fazer, dentro de um limitado universo de possibilidades. Meu patrimônio é a minha história, o meu futuro eu mesmo faço. Só as pessoas livres é que podem tornar-se responsáveis. No determinismo não há escolha, não flui a força vital; não construímos personagens, apenas os interpretamos conforme o roteiro recebido; não somos autores ou protagonistas, apenas servidores na manutenção de um sistema ou doutrina comportamental. Meu destino estava determinado a encontrá-lo num caminho, oferecido pelas circunstâncias e por mim escolhido. Não importa qual seria, a minha determinação era apenas executar as minhas ações, influenciadas pelo amor, como produto de uma alma que se realiza com outra alma, o mais significativo dos encontros. Sou responsável por um ser humano especial, eu mesmo. Para melhor realização deste compromisso, promovo as possibilidades de “conquistar e manter”, sempre que possível, a felicidade, como estado geral, como consequência de uma mente tranqüila, um coração alegre e uma alma generosa (comigo mesmo e com os outros). A energia que move as minhas ações é renovável, sustentável, limpa, influente e contagiosa, chamada amor, revelada no exercício da compreensão e do respeito pelas pessoas, como eu, caminhantes que buscam o seu destino no caminho, dando um sentido especial para a sua existência. Entendo: que mais do que um simples direito em ser feliz, é um dever, a ser conquistado, construindo os meios, com “bom senso” ao promover a liberdade e o bem estar. Experimentar sensações é uma possibilidade do destino. O caminho eu faço. Para ter sensações novas construí um caminho novo, e me transformei numa alma nova. Formo uma unidade, não tenho o corpo (e seus cinco sentidos) separado da alma. Corpo, mente, coração e alma são as causas eficientes e o princípio organizador da expressão do meu corpo vivente. Vivo numa dinâmica constante, onde órgãos, sentidos e sensações se influenciam, tornando impossível dissociar uma coisa da outra. Eles despertam e se despertam, eu me reconstruo. A alma tem um olhar cujas pálpebras nunca se fecham. Pouco ou nada sabemos da alma dos outros, além das suposições; se soubéssemos, jamais destruiríamos as carícias que as alimentam. A alma não tem segredos que o comportamento não revele, pois, os espelhos são para ver os rostos, o comportamento nos permite percebermos a alma. “A alma é essa coisa que nos pergunta se a alma existe”... Mario Quintana.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Somos emitentes e receptores...de energia...de condutas que influenciam pessoas e somos influenciados

Educação não transforma o mundo...educação muda as pessoas....são as pessoas que transformam o mundo (Paulo Freire). Toda mudança inicia-se com a participação de cada um... com vontade e determinação. É importante sabermos aonde estamos e aonde queremos chegar. O “COMO FAZER” é pessoal, depende do entendimento e das habilidades de se revelar no comportamento, em função das relações, que variam conforme herança genética, cultura, circunstâncias, convicções... Transformar-se tem que ser uma decisão, pela sua necessidade. Somos obrigados a nos transformar em cada fase da vida, em busca da conquista da liberdade e do bem estar, que cada ciclo pode nos oferecer. A transformação, sendo uma decisão, exige planejamento na elaboração e,organização na construção de um estilo de vida. Sofremos influências da forma de pensar e a conseqüente forma de agir, para sentir o mundo. É preciso avaliar os resultados para mudarmos o comportamento, sempre que necessário, para acertar; não podemos ter compromisso com o erro. Trabalhos confiáveis revelam que conseguimos concretizar, apenas, vinte por cento de tudo que iniciamos. Desistimos com muita facilidade, diante da mais simples dificuldade. Não gostamos de “sair” da nossa zona de conforto, mesmo para conquistar uma meta desejada. Amar é uma decisão e aprendizado. Sentir-se bem ou mal é o RESULTADO de escolhas. Alguns fazem de tudo para serem reconhecidos (se frustram com facilidade por considerarem insuficiente os aplausos), outros se preocupam em transformar-se em alguém que “vale a pena” ser conhecido, são pessoas interessantes e quem os conhece sentem-se privilegiados (estes não necessitam de aplausos constantes, se nutrem do desejo em serem colaboradores na transformação dos outros). A vida recebe de braços abertos e se revela, generosamente, para aqueles que preferem: mais servir do que ser servido, mais acolher do que ser acolhido. Para estes o elogio é um estímulo que faz aumentar a responsabilidade, e não apenas um presente para satisfazer o ego. A atitude de colocar-se no lugar do outro é a melhor maneira, para desenharmos e medirmos o nosso comportamento. Este é o meio mais tranqüilo de agirmos para mudarmos as nossas relações. Também de nos transformarmos e influenciarmos, pelo sucesso do exemplo, as pessoas do nosso grupo social, e estas, influenciarem outras pessoas. A liberdade, por excelência, é o conjunto de ações realizadas após “ouvirmos” os conselhos de um coração sensível, que sangra todos os dias; diferente daquelas pessoas que os tem de metal. “Bem Estar” é o estar em paz consigo mesmo, independente da forma como os outros nos vêem. Pessoa transformada é aquela que busca viver os seus sonhos, como realização possível do desejo, e não apenas sonham e, procuram a “qualquer custo” realizar os seus desejos, independente dos meios. O homem livre vive da sua maneira, de forma simples e singular. Ama o que é digno de ser amado; valoriza o que é lícito ser valorizado (não pelo preço e sim pela representação); inclusive respeita o que convém para si, para a sua família e para a sociedade. Mesmo sem esquecer, é fundamental perdoarmos o que é possível ser perdoado, para seguirmos em frente, disponível para novas relações, sem sermos refém de sentimentos improdutivos. Intervindo ou não no processo, as transformações acontecem, com a nossa participação ou omissão (a pior de todas as formas de participação). Na forma de existirmos, não há prêmios e nem castigos, tudo é conseqüência. Educação não transforma o mundo...transforma pessoas...estas transformam o mundo...que a gente mora...que “pegamos” emprestado dos nossos filhos...e teremos que devolver um dia...em que condições? As condições são conseqüências...dos resultados...da ação ou omissão...de cada um...e dos grupos sociais.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Sou diferente daquele que os outros vêem.

As vezes me olho no espelho da vida, me vejo de várias maneiras. Estou velho, mas, nem sempre é apenas isso que consigo ver. Quem tenho sido eu? Como os outros me vêem? Não sei como sou observado, considero que sou muito mais do que posso ser visto, devido o olhar humano ser limitado e temporal. Estou, fisicamente, marcado pelo tempo. Emocionalmente também. Meu comportamento se confunde na memória da minha existência histórica e no registro do meu coração. Sou agora, também, pela audácia de ter vivido e ter pago pedágio para as horas (a unidade de marcar a vida), um idoso, de hábitos incertos em função das “coordenações e associações” que não são mais as minhas aliadas, e, realizo tudo com o maior esforço, muito diferente da pessoa ágil que fui um dia. Vejo em mim o que ninguém vê: - uma criança alegre, brincando com seus primos, amigos de escola e da rua, vivendo numa família organizada. Brincar era o meu ideal de felicidade; - o adolescente inquieto e sonhador, que se transformava, orgânica e mentalmente. Amigo dos seus amigos, aventureiro na arte de descobrir quem gostaria de ser e, de se revelar na conquista de uma menina, amada, futura mãe de seus filhos. Procurar, encontrar, descobrir e revelar-se era o meu ideal de felicidade; - namorado, noivo, marido, amante, companheiro, conquistador, educado e educador, pai, trabalhador, terapeuta e professor, caminhante determinado, viajante sem determinismos (entendendo que o destino é o caminho), visionário, disponível para abraçar e ser abraçado (principalmente pelos seus alunos), acolhedor de necessidades e estimulador de possibilidades...testemunhando que o sentido da vida é aquele que conferimos á ela... desfazendo mistérios, adquiridos e herdados, construídos pela falta de conhecimento ou de conhecimentos equivocados. Amar e ser útil era o meu ideal de felicidade; - fui transformador e transformado no mesmo processo, por pessoas, na forma de pensar e agir, para sentir o mundo. Transformação e aprimoramento era o meu ideal de felicidade; - como outros busquei, incessantemente, a realização das necessidades e dos desejos, no encontro do prazer, e, descobri o seu significado na conquista e manutenção da liberdade e bem estar, para harmonização da saúde, orgânica, emocional, para ser referência para o seu grupo social. O esplendor da vida espiritual era o meu ideal de felicidade; - foi bom ser guia de alguns e aplaudir o sucesso de todos. Ser bom companheiro era o meu ideal de felicidade; - fui, deliberadamente, refém, da necessidade de estar envolvido no processo de “encerrar” ciclos para “construir” outras etapas. Morrer em cada fase de vida para nascer em outras, (determinadas por eventos típicos e ocasionais) e, projetar- me em outras formas de perceber o mundo e renovar-me, era o meu ideal de felicidade; - como viúvo, mesmo sentindo o gosto amargo, traduzido no sabor da cinzas da amada que morreu, renascer mais forte do que antes foi fundamental; não tenho medo da vida...que venha...encontrará um guerreiro...que não teme o combate. Ser o protagonista da minha história era, mais uma vez, o meu ideal de felicidade; - mais do que ser pai, tive o privilégio de experimentar o diferente e difícil de descrever (pelo seu fundamento) o nobre exercício do amor de mãe. Viver e promover o bem estar familiar, era o meu ideal de felicidade (família é o principal grupo social); - como velho, não temo a morte... sinto pena por deixar de viver... este é o único mistério. A vida sem mistérios é o meu ideal de sabedoria; - vejo meus alunos serem excelentes professores, contribuindo na formação de futuros profissionais, e me emociono com o legado. Sentir-me realizado com a realização dos outros é o meu ideal de sabedoria; - li , escrevi , disse , explicitei , materializei o confesso que vivi...continuo jovem na lembrança dos meus filhos, alunos e amigos. O bem coletivo é o meu ideal de sabedoria. A vida chegou um dia (há muito tempo), quando ainda não esperava e, parte dela compartilhei. Muito de mim se foi, para construir novas famílias, assim é a vida, seguindo em frente. Fico com as lembranças do que fui, não vivo no que passou, mas, o que foi ainda vive em mim. Assim me vejo, como os outros não me vêem: várias vidas, vários personagens, numa única existência, marcada por dois eventos naturais, que são o nascimento e a morte. Morro eu, jamais os personagens que fui, amante e amorável. Hoje, graças a tecnologia, visito o meu passado e algumas pessoas com quem convivi fases da vida. Não há encontro presencial, mas, emocionalmente é real. Lembrar é viver mais de uma vez. Quando deixar este mundo, e não mais existir a presença da imagem que vejo no espelho, o faço tranquilamente e acompanhado, de mãos dadas, com os personagens que fui e nunca os escandalizei: o velho, o adulto, o jovem e a criança, que ainda gosta de brincar (mudaram apenas os brinquedos). Sou muito mais do que os outros conseguem ver, com olhos limitados e pré-conceituosos. Felizes os que conseguem ver com “olhos humanos” e interpretam com a “sensibilidade da alma“. Sou mais do que um conjunto de músculos, ossos, tendões, órgãos falidos e pele enrugada... sou o resultado das experiências que vivi. Jamais conseguiria ser, a pessoa que gosto de ser, sem você. Obrigado amigo, pela sua participação na minha vida. Meu ideal de sabedoria é o reconhecimento, gratidão e manifestação. Fui e sou apenas o que consegui ser...alguém que busca. Sempre feliz, não por ter conquistado, mas, por ter lutado.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Encerrando ciclos para começar de novo

Nós só conhecemos, efetivamente, a nossa capacidade de aceitação e transformação, gerada por força interior, quando “ser forte” é a única forma de “ser” para atendermos as nossas necessidades. A vida pode nos oferece oportunidades, que podemos considerar presentes, mas para desfrutar, temos que abrir o pacote. A nossa existência é marcada por diferentes fases, também chamada de ciclos, cada uma com características peculiares, que só acontecem em determinadas fases. Em todas elas temos ganhos e perdas, temos que entender que é esta a regra do jogo, que saibamos aprender com as derrotas e também possamos descobrir os ganhos e valorizá-los, em vez de apenas nos lamentarmos. Podemos mudar o resultado de qualquer jogo, o placar não é determinado por antecipação, a não ser quando não temos vontade de transformar as nossas sensações. Permanecer numa fase é não viver as demais, renunciando todas possibilidades. No trajeto da nossa caminhada, portas se fecham e outras se abrem. A vida continua, pode mudar a forma. Ao experimentarmos uma situação de desconforto, físico e emocional, podemos até perguntar sobre o “por que“, principalmente por que “comigo“? É que para os outros, o outro somos nós. Como é impossível estarmos em vários lugares ao mesmo tempo, o passado pode viver em nós, mas, não é saudável viver no passado, nos lamentando constantemente. Vivendo com as lembranças ruins do passado, estaremos além de prejudicar as ações do momento presente, dificultando idealizar um amanhã satisfatória e de nos prepararmos adequadamente para vivermos novas e significativas emoções. A perda, de pessoas próximas e familiares, é mais difícil de elaborarmos. É difícil vivermos o luto e substituir algumas pessoas. Contudo, a maioria das coisas, como a relação com as pessoas e o trabalho, podem ser substituídas com vantagens. Precisamos encerrar, emocionalmente, os ciclos, para abrir espaço e dar oportunidade que outras emoções e forma de viver aconteçam (ficha limpa para o coração registrar em sua memória uma transformação no padrão de pensamento, elaborar outras atitudes e sentir o mundo livremente). A vida exige que estejamos disponíveis para o novo. Toda bez que precisar de uma mão amiga, pode contar sempre com duas, encontram-se no final dos próprios braços. http://youtu.be/gg8ZIonUyS0

quarta-feira, 11 de julho de 2012

BOM SENSO....

Bom senso é a principal característica das pessoas emocionalmente equilibradas As pessoas chamadas de “maduras” ou “prontas” são aquelas que aceitam como são as situações impossíveis de serem mudadas, por que esta é uma das maneiras de se viver em paz. Diferente dos imaturos, que só contemplam a beleza exterior, convertem toda expressão da natureza e benefício do natural, em beleza interior. Conseguem conquistar e manter a fé em si mesmo. São naturais e se beneficiam da alegria espontânea, convencido que a memória do seu coração registra bons momentos e é capaz de superar outras dificuldades. Reconhece que não existe força capaz de deter quem sonha (sonhos possíveis de serem realizados), quem tem coragem de começar sempre, de se dedicar para correr o risco de viver seus sonhos. Sabendo das suas limitações, utiliza-se com sabedoria de armas poderosas, como: a capacidade em transcender (colocando-se no lugar do outro) e, desenvolver a pratica natural de compreender para respeitar, respeitar para valorizar, valorizar para amar... em todo tipo de relação. Espera o melhor momento para inventar uma ilusão, esta tem mágicos poderes, é transformadora. O ideal da vida é: aventurar-se para se revelar; descobrir para conhecer; sonhar para realizar; construir para ser autor; amar para ser amado; esperar para ter pelo que viver.